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sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

A terrível história de Haeckel

Título original: Haeckel's Tale
Ano de lançamento: 2006
País: Canadá / USA
Direção: John McNaughton
IMDb

Elenco:
Derek Cecil - Ernst Haeckel
Leela Savasta - Elise Wolfram
Tom McBeath - Wolfram
Steve Bacic - John Ralston
Gerard Plunkett - Dr. Hauser
Micki Maunsell - Miz Carnation
Jon Polito - Montesquino
Pablo Coffey - Chester
Warren Kimmel - Faron
Jill Morrison - Rachel
Christopher DeLisle - Marido morto de Elise


Sinopse:
Décimo segundo episódio da primeira temporada da série “Mestres do terror”, Haeckel's Tale começa quando um rapaz invade a casa de uma senhora que supostamente teria a capacidade de ressuscitar os mortos e pede para que ela reviva sua esposa, recentemente falecida. Para dissuadir o rapaz a senhora conta uma história – a história de Haeckel.

Haeckel foi um estudante de medicina cético, que desafiava seu professor teísta dizendo ser a possibilidade de ressuscitar alguém uma prática científica e irrealizável através de meios religiosos e místicos.

Pouco depois de uma desagradável tentativa de provar seu ponto de vista ao professor, Haeckel conhece Montesquino, homem que se diz “necromance”, ou seja, uma pessoa capaz de reanimar os mortos. Duvidoso acerca dos métodos de Montesquino, Haeckel parte para outra cidade (detalhe: a pé) no intuito de visitar o pai doente.

No caminho é abordado por Wolfram, um homem que oferece estadia durante a noite em sua casa, onde mora com a esposa Elise. É aí que a história de Haeckel fica de fato terrível. A primeira coisa notável é a péssima interpretação de Leela Savasta, que deveria fazer um personagem sexy e misterioso, mas que parece um dos robôs de Stepford.

Depois vem o show de forçações de barra. Durante a noite, sem conseguir dormir, Haeckel vê o casal discutindo. Essa deveria ser uma cena de grande suspense onde o protagonista descobre que o casal guarda um segredo, pois Elise segura um bebê que não foi mencionado e depois sai bruscamente na companhia de Montesquino. Mas tudo é exposto de forma muito sem graça.

Pra completar o quadro, não há nada mais inverossímil que a repentina fixação de Haeckel em Elise a ponto de deixar a casa desesperado pra salvá-la numa situação em que ela não parece correr perigo!!!! Tudo pra revelar o “fantástico” segredo do casal, que no final das contas nem serve de moral pro caso do rapaz que invadiu a casa da senhora que conta a história de Haeckel.

Eu até achei tudo muito divertido, o segredo do casal, a mulher fudendo com os mortos, o bebê zumbi, a idéia dela ter tido um filho de um morto que nunca envelhece, até mesmo o “final-revelador”... Enfim, o problema é que o filme não tem um suspense bem desenvolvido a ponto dessas cenas soarem surpreendentes, ou no mínimo interessantes. Tudo soa muito forçado. Talvez 1 hora de duração não seja suficiente pra idéia.

Conceito: c